ESTA SEMANA

  

Teatro

Teatro        Dança        Música        Evento

ÚlTIMA SEMANA
Teatro
BIOGRAFIA DE UM POEMA

13 Setembro a 8 Outubro

Quarta a Sábado 21h30 . Domingo 17h00

12 €
6 € (-25, +65, prof. espetáculo e portadores de Cartão de Amigo do TdB)
5 € (quarta-feira, Dia do Espectador)
à venda na Ticketline

Um poema de dez versos, que na realidade se reduzem a três - pois repete muitas vezes umas poucas palavras - foi escrito em 1924 por Carlos Drummond de Andrade, na altura um jovem desconhecido. Hoje, no Brasil, todos conhecem a “Pedra no Meio do Caminho”. O poema foi discutido, parodiado, elogiado, atacado, interpretado e louvado até ser espontaneamente incorporado na vida quotidiana brasileira. Quarenta anos depois, o já ilustre Drummond de Andrade, reuniu em livro os acontecimentos mais marcantes que envolveram este que é, afinal, o poema mais discutido do modernismo literário brasileiro: “Colecionei e publiquei tudo o que se escreveu sobre a pedra no caminho, pró e contra, claro que na maioria contra - ‘A pedra é um símbolo! É uma besteira! Genial! Idiota!’ - Afinal: ficou divertidíssimo”. A este livro, publicado em 1967, chamou “Biografia de um Poema”.
Foi a partir das histórias compiladas pelo próprio autor neste “livro divertidíssimo” e tendo como referência também outros textos, autores e obras do período modernista brasileiro, que António Pires construiu o seu espetáculo. Lúdico, divertido e comovente, conta com um elenco de atores brasileiros (Cassiano Carneiro e Chico Diaz) e uma atriz portuguesa (Rita Loureiro). Recusa-se a narrativa tradicional e regressa-se a um caminho mais livre, abstrato e fragmentado, primário mas também futurista, onde as imagens, movimentos e composições nos oferecem um universo emocional único, apenas possível no teatro e na própria arte.

A partir da obra homónima de Carlos Drummond de Andrade; Adaptação e Dramaturgia: António Pires e Hugo Mestre Amaro; Encenação: António Pires; Com: Cassiano Carneiro, Chico Diaz e Rita Loureiro; Cenografia: Christine Cabrita e Luísa Gago; Figurinos: Luísa Pacheco; Música: Paulo Abelho; Desenho de luz: Rui Seabra; Movimento: Paula Careto; Caracterização: Ivan Coletti; Construção de cenário: Fábio Paulo; Ilustração: Joana Villaverde; Mestra costureira: Rosário Balbi; Operação de luz: Jorge Oliveira; Direção de cena: Hugo Mestre Amaro, e Rafael Fonseca; Bilheteira: Luís Mesquita; Direção de produção: Ivan Coletti; Comunicação: Isabel Marques; Spot e fotografia de cena: Maria Antunes; Administração de produção: Ana Bordalo; Produtor: Alexandre Oliveira; Produção: Ar de Filmes / Teatro do Bairro Agradecimentos: Eucanaã Ferraz, Manecos Vilanova, Paulo Vieira. M/12 . 75’

  

Teatro - Act School
A LINGUAGEM DO CORAÇÃO

20 a 22 Outubro

Sexta a sábado . 21h30
Domingo . 17h00
5€

Criado no âmbito do Curso Profissional de Actores da ACT/Módulo Práticas de Palco, dirigido por Sofia de Portugal, com os alunos do 2º ano de 2016/17, este espetáculo integrou o Festival inclusivo Sounds Like Fest em Junho de 2017 , uma iniciativa da Widex que pretende consciencializar a população para a necessidade de integração e inclusão social da pessoa com deficiência auditiva. “A Linguagem do Coração” é um hino à vida, à alegria e à partilha. Construi-se um espetáculo que pretende ser para todos. Este coração comunica com o corpo, com a inteligência, com alegria e com muito amor, pois o seu motor é mesmo no centro do coração.Foi construído ao ritmo de muitas gargalhadas, muita partilha, algumas lágrimas, mas sempre com muito amor.Começámos por descobrir formas comunicantes sem palavras, fundimos essas formas nas palavras gestuais e acrescentámos-lhes algumas palavras da Emmanuelle Laborit.

Criação e encenação: Sofia de Portugal, Desenho de luz: Aurélio Vasques, Operador iluminação: a indicar, Foto: Duarte Aragão Produção: ACT – Escola de Actores; Intérpretes: alunos 3º ano ACT (2017/18): Ana Clarisse, Andreia Galamba, Beatriz Peixoto, Catarina Berkemeier, Constança Brandling, Filipe Castro, Francisco Beatriz, Margarida Santos, Mariana Fernandes, Rúben Brandão, Vanessa Varela com a participação de Carlos Martins, Paulo Rodrigues e respetiva intérprete de lingua gestual: Bárbara Pollastri. M/12 . 60’’

  

Teatro
MENINA JÚLIA

26 a 29 Outubro

Quinta a sábado . 21h30
Domingo . 17h00
7€
5€ (-30 e profissionais do espectáculo)

A tensão dramática que acompanha Menina Júlia é dos aspetos que mais importam numa apropriação deste texto. Para lá dos elementos simbólicos relativamente explícitos ou das divagações psicologistas que lhe dão um tom datado, é no despropósito em que toda a situação se dá e na submissão desastrada das personagens à pulsão erótica e aos seus ressentimentos que nos reencontramos. A peça descreve o movimento e a vertigem dum par amoroso enredado numa casualidade que os esmaga e sacrifica. As suas estruturas existenciais (social, psicológica e emocional), desmoronam-se no momento em que usam da sua aparente liberdade para as transcenderem. Ficam eles, e só eles, a esgrimirem-se com palavras, olhares, reações, avanços e recuos, impelidos pelos corpos, sedentos, algozes inadvertidos, expostos numa humanidade que não sabe o que fazer com toda aquela «roupagem moral» e que sai derrotada. O abismo que se abre fala-nos – aos gritos! – sobre a nossa vulnerabilidade. É sobre este sítio que nos debruçaremos.

Autoria: August Strindberg; Tradução: Augusto Sobral; Encenação: Nuno Nunes; Interpretação: Anna Knipper, Graciano Amorim, Vera Lagoa; Vídeo: Paulo Quedas; Fotografia: Nico Scontrino; Apoio: ACT – Escola de Actores. M/12 . 90’

Dança

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Dança
O APOCALIPSE SEGUNDO FERNANDO PESSOA E OFÉLIA QUEIRÓS

12 a 14 Outubro

Quinta a sábado . 21h30
12,5€
7,5€ (dos 6 aos 18 anos )
5€ (Cartão de Amigo do TdB)

Espetáculo que reúne várias artes – literatura, teatro, música, canto e dança – em torno da ideia do reencontro de Fernando Pessoa e Ofélia Queirós no Cais das Colunas, num plano intemporal e visionário muito ligado ao imaginário de Lisboa, do Tejo e do Atlântico. Num modelo inspirado no Apocalipse segundo São João, Ofélia revela a Pessoa a verdade fundamental sobre o sentido do seu encontro e do amor e obtém o reconhecimento do Pessoa ortónimo e dos seus vários heterónimos. A obra dá voz a passagens e momentos capitais da vida e obra de pessoa e recria o episódio da Ilha dos Amores de Luís de Camões, em torno de Pessoa e Ofélia.
A obra recria ainda aspetos fundamentais da mitologia cultural portuguesa, centrais em Fernando Pessoa, como a vocação universalista da mesma cultura para unir Oriente e Ocidente e contribuir para uma metamorfose da consciência e uma nova civilização mais fraterna em relação aos seres vivos e à Terra.

Autor e dramaturgia: Paulo Borges ; Direção artística: Miguel Babo, Sandra Battaglia, Paulo Borges, Rui Filipe Reis; Música - Autoria e direcção musical: Rui Filipe Reis; Coreografia: Sandra Battaglia ; Encenação: Miguel Babo; Vídeo: Luís Fernandes; Elenco dança: Amalgama Companhia de Dança; Elenco texto / Teatro: Talentilicious; Elenco música: Trio Caixa de Pandora e Quarteto Vocalónimus; Produção: Amalgama Associação Cultural & Talentilicious. M/6 . 70’

Música

Teatro        Dança        Música        Evento

Concerto SPA
Com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores
MAZÉI
Para lá de Alcanchais

15 Outubro

Domingo . 21h30
5€
Entrada livre <12 anos

Os MaZéi são um duo “tocante-cantante-autor. Os criadores do projeto, Marta Duarte d’Almeida (guitarra e voz) e José Blanco (violoncelo e voz), fazem-se acompanhar também por mais músicos: neste concerto em concreto, David Campos (bateria) e Fábio Palma (acordeão). Ainda lançando o seu primeiro álbum, “Alcanchais”, que tem como alma as canções portuguesas, como corpo o Jazz e como espírito o Folk, apresentam-se agora enfatizando no repertório a sua portugalidade, procurando mais mundo(s) através de outros sons. M/6 . 75’

 

Concerto
MAZGANI
“The Poet’s Death”

18 Outubro

Quarta . 21h30
Disco-bilhete (a aquisição do novo disco “The Poet’s Death” na FNAC garante o acesso ao concerto)

Acabado de editar o seu quinto trabalho de longa duração - The Poet’s Death, Mazgani apresenta-o ao vivo pela primeira vez no Teatro do Bairro. Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani foi co-produzido pelo músico, juntamente com Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio, Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Issac Achega na bateria. 90’

 

Concerto
ANTONY LEFT
“Influence”

27 Outubro

Sexta . 23h30
5 €

Antony Left é o nome de palco de António Graça, cantor e compositor nascido em Lisboa há 22 anos. Parte de influências como Ben Howard, Bon Iver ou Lewis Watson para criar a sua própria identidade sonora. Após vencer o Campeonato Nacional de Bandas da Antena 3 em 2015, lança agora, o seu aguardado disco de estreia, “Influence”, do qual já se conheciam os singles Evil e Petals. M/6 . 75’

 

Concerto
RODRIGO ALMEIDA
“Ifinito”

31 Outubro

Terça . 22h00
5€

Rodrigo Almeida apresenta o seu lado mais romântico com um álbum que agora podemos conhecer e que assume o nome do 1º single editado desde que reside em Portugal – “Infinito”. Com a verdade e emoção que empresta à interpretação dos seus temas, Rodrigo Almeida é um nome a reter na música portuguesa. Um álbum que, no presente, olha o “Infinito”.

Bateria: Frederico Lopes; Guitarra: Hélder Almeida; Teclados: Daniel Louro; Baixo: Nelson Menezes; Trompete e Teclado: Bruno Costa. 90’

Evento

Teatro        Dança        Música        Evento

 

Evento
REFOOD MISERICÓRDIA
QUIZ OUTUBRO 2017

23 Outubro

Segunda . 21h00
5€

Re-food é um projeto 100% voluntário que quer acabar com o desperdício alimentar e a fome. Anualmente, cerca de 12.500 refeições destinadas ao lixo são resgatadas pelos voluntários do núcleo Re-food da Misericórdia e entregues às famílias carenciadas do bairro. O valor das inscrições neste quiz vai ajudar a suportar custos fixos como água, luz, caixas, detergentes, sacos do lixo, etc. Forme uma equipa até seis elementos e envie um email para misericordia.refood@gmail.com dizendo “quero participar no Quiz Outubro 2017”. Ajude-nos a ajudar quem mais precisa! M/12 . 120’

O Teatro do Bairro

O Teatro Bairro        Cartão de Amigo

Situado em pleno Bairro Alto, na Rua Luz Soriano, nº 63, o Teatro do Bairro ocupa o espaço onde durante décadas funcionou a rotativa do Diário Popular, mesmo ao lado da Escola de Música do Conservatório Nacional. Inaugurado em 2011, foi um marco no percurso artístico da Ar de Filmes - produtora de teatro e cinema que o adquiriu - criando assim um diálogo direto e permanente com o seu público, abrindo ainda caminho para a fidelização de novos espectadores. Sob a direção do produtor Alexandre Oliveira e do encenador António Pires, funciona, por um lado, como a casa das criações artísticas da Ar de Filmes e da sua companhia de teatro e, por outro, como espaço de acolhimento de pequenas estruturas que, não tendo lugar nos grandes teatros municipais da cidade, não teriam onde apresentar os seus espetáculos. A par das propostas de acolhimento, estabeleceram-se ainda protocolos de intercâmbio com estruturas de outras zonas do país, que prevêem o acolhimento anual de, pelo menos, uma produção dessas companhias no Teatro do Bairro e vice-versa. São exemplos destes intercâmbios a Ao Cabo Teatro (do Porto, com direção artística de Nuno Cardoso) e o Teatro da Terra (de Ponte de Sor, com direção artística de Maria João Luís).

O interesse da abertura do Teatro do Bairro para a cidade não se esgota, no entanto, no projeto artístico da Ar de Filmes. Localizado num local histórico de fruição artística por excelência, proporciona também o convívio entre diferentes artes performativas contemporâneas, com uma programação plural e abrangente que garante a circulação de diferentes artistas e públicos. Desenvolvemos as nossas próprias produções, mas acolhemos também espetáculos de outros criadores de teatro, e ainda de música, cinema e dança. Acreditamos que a programação interdisciplinar que praticamos, incrementada na nossa própria criação, promove trocas e contaminações desejadas, que enriquecem todos os intervenientes. Criámos em Lisboa uma nova sala de teatro, uma nova sala de cinema, uma nova sala de concertos, um novo espaço de tertúlia e um novo local de encontro dos cidadãos com as diferentes artes e os seus criadores.

Seja bem-vindo ao Teatro do Bairro!

Visite também o site da Ar de Filmes

Cartão de Amigo

O Teatro Bairro    Cartão de Amigo     Ficha de Adesão

O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro atribui um desconto de 50% em todos os eventos e espetáculos, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros). O desconto é feito mediante a apresentação do cartão na bilheteira e não é acumulável com outros descontos em vigor. O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem um custo de 10€ e é válido durante 12 meses. A adesão faz-se na bilheteira do Teatro do Bairro.

Regulamento

1 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido pela Ar de Filmes e visa atribuir um desconto de 50% na aquisição de bilhetes para os eventos e espetáculos no Teatro do Bairro, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros).

2 - O desconto obtido através do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não é acumulável com outros descontos em vigor.

3 - O desconto atribuído pelo Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não tem qualquer valor monetário, sendo expressamente proibida a sua venda ou troca por dinheiro.

4 - Sempre que pretenda usufruir do desconto do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, o seu titular deverá fazer essa menção no ato da compra do bilhete, apresentando também o cartão.

5 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é válido apenas quando apresentado na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63 ou na Rua dos Caetanos, nº 26, no caso de eventos com venda de bilhetes nesta entrada.

6 – O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pode não ser válido, excecionalmente, para eventos devidamente identificados no programa.

7 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é feita exclusivamente na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63, mediante o preenchimento de uma ficha de adesão e o pagamento de uma anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

8 – A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não pode ser feita na entrada da Rua dos Caetanos, nº 26.

9 - No ato de adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido um documento provisório igualmente válido, que poderá ser utilizado de imediato para usufruir do desconto.

10 – Logo que o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro estiver disponível, o seu titular será informado por email, podendo levantá-lo posteriormente no Teatro do Bairro, dentro do horário de funcionamento da bilheteira.

11 – Os dados pessoais dos titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro serão utilizados única e exclusivamente para divulgação da programação do Teatro, caso assim o desejem, garantindo a Ar de Filmes a sua total confidencialidade.

12 – Os titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro receberão, via e-mail, convite para a estreia de todos os espetáculos de teatro produzidos pela Ar de Filmes com apresentação no Teatro do Bairro, sendo esse convite sujeito a confirmação telefónica, mediante a lotação da sala.

13 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem a validade de um ano, podendo ser renovado na bilheteira do Teatro do Bairro.

14 – A renovação do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro por mais 12 meses implica o pagamento de nova anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

15 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é pessoal e intransmissível, pelo que poderá ser exigido ao titular a apresentação de um documento identificativo.

16 - Para ser considerado válido, o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro deverá ser mantido em bom estado de conservação, não podendo estar ilegível nem danificado.

17 - A Ar de Filmes reserva-se o direito de anular a um titular o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, caso seja detetada fraude ou utilização indevida.

18 - A Ar de Filmes não se responsabiliza por eventuais extravios do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro.

19 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pressupõe o conhecimento e a aceitação na íntegra deste regulamento.

A Companhia

Teatro do Bairro

 

A Companhia    Para Digressão   Brevemente   
Histórico da Companhia

 

Com a abertura do Teatro do Bairro em 2011, criou-se também uma nova companhia de teatro, que nasce já com oito espetáculos no curriculum e uma experiência de sete anos de produções: a Companhia Teatro do Bairro. O grupo de autores, atores, técnicos e colaboradores que, ao longo dos anos, foram trabalhando com a Ar de Filmes - nomeadamente nos seus projetos teatrais - encontrou finalmente uma casa onde pode sedimentar e desenvolver o seu trabalho de forma regular e continuada. A gestão própria dos timings de ensaios e das temporadas das suas criações, sem os habituais constrangimentos inerentes aos calendários sempre muito preenchidos das tradicionais salas de espetáculos, possibilitou assim a consolidação desta companhia teatral, através de uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Na direção artística da Companhia Teatro do Bairro está António Pires, que tem desenvolvido um trabalho que se poderia designar como "Teatro Coreográfico" - onde o texto e as imagens se fundem como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo do seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Companhia Teatro do Bairro que desenvolve o seu trabalho autoral como encenador.

Atualmente, a Companhia do Teatro do Bairro conta com 14 colaboradores fixos, dos quais fazem parte quatro atores que integram regularmente os seus elencos, aos quais se juntam habitualmente atores convidados.

Veja aqui o histórico da Companhia

Veja aqui as encenações de António Pires

A Companhia

do Teatro do Bairro

 

A Companhia   Para Digressão   Brevemente

 

MANA, SOLTA A GATA

a partir do universo de Adília Lopes

Duas mulheres gordas. Muito gordas. Tão gordas que andam devagar. Quase não andam. Mas andam e dizem as coisas que a Adília Lopes escreveu, bem devagar. O espectáculo é uma coreografia oriental lenta. Mas só tem 1h30 e, por isso, passa-se rápido. Têm muito que fazer. Há um homem. É mau. Usa botas, cartola e bigode antigo em W. O homem guarda o espaço onde as mulheres fazem o que têm de fazer. Às vezes parece um domador de mulheres gordas. Nada disto é grotesco. Nem o movimento, nem a actuação. É hiper-realista. E tem música a pontuar toda a coreografia. Por isso, “Mana, Solta a Gata” é um Musical Hiper-realista.

Adaptação, dramaturgia, concepção cénica e encenação: António Pires | Com: Hugo Mestre Amaro, João Araújo, Rafael Fonseca | Figurinos: Luís Mesquita | Desenho de Luz: Vasco Letria | Apoio Coreográfico: Paula Careto | Costureira: Rosário Balbi | Adereços: Carla Freire | Ilustração: Joana Vilaverde | Assistente de Encenação: Tomás Nolasco | Administração Financeira: Ana Bordalo | Assessoria de Imprensa: Isabel Marques | Coordenação de Produção: Andreia Luís | Produtor: Alexandre Oliveira | M/14
estreia no Teatro do Bairro
digressão ao Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada).

 

 

Pedido de Informações

A Companhia

do Teatro do Bairro

 

A Companhia   Para Digressão   Brevemente

 

3 a 20 de agosto

Museu Arqueológico do Carmo

UBU REI

Terça a domingo . 21h30
16€

“Uma comédia com 15 atores que ocupará os primeiros dias de agosto no magnífico espaço ao ar livre do Museu Arqueológico do Carmo.

Em 1888, Alfred Jarry e os seus colegas de escola decidiram parodiar o aspeto grotesco e boçal do seu professor de física, constantemente alvo do ridículo por parte dos alunos. Assim nasce “Rei Ubu”, que o autor criou para representar a terrível natureza animal do Homem, expondo o nível de crueldade e desumanidade a que se consegue chegar a partir de uma simples situação de poder.
Ubu assassina o rei Venceslau e usurpa o trono da Polónia. Ao longo de uma sucessão de episódios absurdos, exerce o seu reinado de forma brutal e sanguinária, deixando o país na miséria. Figura monstruosa e corrupta, mas acima de tudo, covarde, estúpida e ridícula (de tal maneira, que dá vontade de rir), Ubu pratica uma política catastrófica em seu próprio interesse, arruinando todo o território à sua volta. Uma metáfora assustadora que, ciclicamente, vai encontrando ecos na realidade política internacional.

Título original: Ubu Roi; Autor: Alfred Jarry; A partir da versão de Luís de Lima e Alexandre O’Neill; Encenação: António Pires; Assistência de encenação: Carolina Campanela; Com: Alexandra Rosa, João Araújo, Mário Sousa, Rafael Fonseca; Elenco Act School: Filipa Louceiro, Joana Flora, João Redondo, Mafalda Berenguer, Margarida Alves de Brito, Maria Vitorino, Mariana Branco de Sousa, Miguel Carvalho Pinto, Renato Terêso, Rita Ramos Mendes, Vera Moura; Conceção cenográfica: António Pires com Alexandre Oliveira; Figurinos: Dino Alves; Caracterização: Ivan Coletti; Desenho de luz: Rita Louzeiro; Banda sonora: Paulo Abelho; Movimento: Paula Careto; Ilustração: Joana Villaverde; Direção de produção: Ivan Coletti; Comunicação: Isabel Marques; Administração de produção: Ana Bordalo; Produtor: Alexandre Oliveira; Co-Produção: Act School; Produção: Ar de Filmes / Teatro do Bairro. M/12

Contactos

 

Teatro do Bairro

Rua Luz Soriano, 63 (Bairro Alto),1200-246 Lisboa, Portugal

RESERVAS* APENAS POR TELEFONE
21 347 33 58 ou 91 321 12 63 (15h - 19h)

 

VENDAS e LEVANTAMENTO DE RESERVAS*
Na bilheteira, uma hora antes do espetáculo


* Fazemos reservas apenas para espectáculos de teatro e dança.
* As reservas devem ser levantadas até 15 minutos antes da hora do espectáculo

 

Para propostas de acolhimento, envie e-mail para
teatrodobairro.geral@gmail.com

 

ACESSOS
Metro: Baixa-Chiado (linhas verde e azul)
Autocarros: 758 e 790 . Elétrico: 28 . Elevador: Bica
Estacionamento: Parques do Largo de Camões e Calçada do Combro

 

Ar de Filmes, lda

Rua da Cova da Moura nº2, 4º Dto, 1350-117 Lisboa , Portugal
213 420 810 | 918 570 774
ardefilmesgeral@gmail.com
www.ardefilmes.org