ESTA SEMANA

Teatro

Teatro        Música

Teatro - ESTAL
MEDEIA

30, 31 Janeiro e 1 Fevereiro

Terça a quinta-feira . 21h30
6€
3€ (estudantes e profissionais do espectáculo)

“Medeia tem vindo a ser uma das minhas obsessões nos últimos 2 anos. Pela dificuldade dos temas que aborda, pelas questões intrínsecas que levanta e, essencialmente, por ser um dos textos da antiguidade que, do meu ponto de vista, talvez comunique melhor com o nosso tempo. Quem, de entre os mais jovens, não experimentou a dor do ciúme e da traição? Quem não viu transformar o seu amor num sentimento de ódio? Quem, por outro lado, não deseja amar como amaram Jasão e Medeia? Quem, contra todas as expectativas, não acha o discurso de Jasão o mais prudente e sensato? Quem, acima e para além de tudo isto, não tenta entender aquela mãe que mata os próprios filhos? Quem é que acha que ela é uma revolucionária? Quem acha que ela é uma louca? Quem acha que ele é xenófobo e racista? Ou, por outro lado, que é um sobrevivente que merece uma segunda oportunidade? Quem é quem? Onde é que eu me situo? Onde me revejo? Esta versão é uma tentativa de vislumbrar, através do treinamento dos diversos mecanismos físicos, intelectuais e emocionais, o território de cada um de nós, emprestando as nossas pequeníssimas almas a estes monstros trágicos idealizados por Eurípides, numa tentativa de lhes devolver a humanidade e a dignidade que eles merecem.”
Martim Pedroso

Direção: Martim Pedroso; Assistência de ensaios: Ana Rita Ervilha; Elenco: Adriana Sá Couto, Ana Constantino, Carolina Cardoso, Duarte Pinto da Mata, Filipa Nascimento, Mariana Montenegro, Pedro Doll, Rafaela Ferreira, Séverine Stegazzo, Sofia Carô. M/12 . 1h30m

 

1ª Mostra de Artes Performativas do Estaleiro
MAPE

2 e 3 Fevereiro

Sexta .17h00 e 21h30
Sábado . 21h30
5€
3€ para estudantes e profissionais do espectáculo

Com esta mostra a ESTAL pretende fomentar a valorização da interdisciplinaridade através da colaboração entre as disciplinas práticas e as teórico-práticas, proporcionando aos alunos da licenciatura em Artes Performativas o conhecimento prático dos meios de produção artísticos, bem como dos espaços cénicos e performativos, confrontando-os, simultaneamente, com a importância do repertório da dramaturgia no seu percurso académico. Em colaboração com as mais prestigiadas salas de teatro em Portugal, a ESTAL apresenta as diversas linguagens das artes performativas num mesmo espectáculo, tratando-se de um conceito que desenvolve desde 2011-2012, todos os semestres.

Coordenação Pedagógica: David Silva; Coordenação de Produção: Nélia Cruz; Elenco: 1º e 2º anos da Licenciatura em Artes Performativas da ESTAL; Direcção de Cena: Sara Vujadinovic e Sofia Carô; Direcção Técnica: Rodrigo Machado; Direcção de Produção: Alexandre Tavares; Apoio à Produção: 3.º ano da Licenciatura em Artes Performativas da ESTAL; Entidade Promotora: ESTAL. M/12 . 60min

 

Teatro
CABARÉTICA

7 a 25 Fevereiro

Quarta a domingo . 21h30
12,5€
10€ para estudantes, profissionais do espetáculo, até aos 30 anos e maiores de 65 anos

KIKI

Kiki é histérica, histórica, histriónica. Kiki vive no cabaré e na rua. Kiki vive no cemitério e no talho. Kiki é Alice. Kiki é maravilha. Kiki é comme ci e comme ça. Kiki é pechisbeque. Kiki é o carrossel do Louvre. Kiki nunca morreu. Kiki é autista, altruísta, automobilista. Kiki é cancã. Kiki é pornográfica, pornocrática, pornofónica. Kiki é analógica. Kiki é metafísica, metabólica, metastática. Kiki é bacanália. Kiki é parafernália. Kiki conjuga-se no gerúndio. Kiki é cliché. Kiki é clicável. Kiki é calculável. Kiki é advérbio de modo e complemento circunstancial de lugar. Kiki é diagonal. Kiki é meridional. Kiki é digital. Kiki é passé composé, présent de l’indicatif e future perfect. Kiki é alfabética, alfarrabista. Kiki conjuga-se no futuro. Kiki é domesticável, fotografável, palatável. Kiki é tecnotrónica, tecnocrática, tecnológica. Kiki é pós-moderna, pós-apocalíptica, pós-dramática. Kiki é de Paris. Kiki é de Montparnasse.

Conceção e Direção: João Telmo; Interpretação: Carla Bolito e João Telmo; Apoio à Dramaturgia: Martim Pedroso; Apoio ao Movimento: Paulo Duarte Ribeiro; Desenho de Luz e Direção Técnica: Paulo Santos; Música Original e Sonoplastia: Tiago Martins; Cenografia: Rueffa; Figurinos: Cristina Homem de Gouveia; Maquilhagem: Cátia Bolota; Cabelos: Ana Sousa; Fotografia: Alípio Padilha; Design de Comunicação e Ilustração: Sílvia Franco Santos; Produção Executiva: Sérgio Azevedo; Produção: Nova Companhia. M/18 . 60 min

BAS FOND

BAS FOND é um texto a duas vozes criado por e para os dois criadores principais da Nova Companhia: João Telmo e Martim Pedroso. Eles querem posicionar-se artisticamente, colocando questões absurdas sobre o mundo e o espetáculo, querem rir e chorar com o público, quais palhaços esquecidos numa noite de Lisboa, do Porto ou de qualquer outra cidade, como Paris ou Nova Iorque. Querem posicionar-se a si mesmos e ao seu próprio trabalho, questionar-se perante o mundo artístico, o seu país e a Europa contemporânea. Dois proto-filósofos emergentes. Não pretendem fazer teatro nem convocar autores e personagens, mas pretendem, apenas, ser eles próprios sem artifícios. Resta saber o que são eles verdadeiramente. Todos os caminhos que se irão desbravar nesta pequena saga confessional, pretendem revelar a identidade de cada um sem pudor, à vista desarmada e crua dos espetadores. Todos os caminhos poderão, ou não, dar a Atlântida. Afinal, nada é proibido e tudo é pretexto para a reflexão destes dois artistas em ascensão.

Concepção e Direção: João Telmo e Martim Pedroso; Texto: João Telmo; Interpretação: João Telmo e Martim Pedroso; Apoio à Dramaturgia: Martim Pedroso; Apoio ao Movimento: Marlyn Ortiz; Desenho de Luz e Direção Técnica: Paulo Santos; Música Original e Sonoplastia: Cristóvão Campos; Cenografia: Rueffa; Figurinos: David Ferreira; Maquilhagem: Cátia Bolota; Cabelos: Ana Sousa; Fotografia: Alípio Padilha; Design de Comunicação e Ilustração: Sílvia Franco Santos; Produção Executiva: Sérgio Azevedo; Produção: Nova Companhia. M/18 . 50 min

LADY M

LADY M é uma latina energética, sensual e carismática, que nos conduz num périplo provocador e excitante. LADY M estimula-nos com o seu célebre booty shaking, as suas rotações alucinantes e a sua flexibilidade. O objetivo é deixar-nos a todos boquiabertos, através da energia feminina e sexy que transborda durante toda a performance.LADY M tem um vasto currículo de dança burlesca, assim como de bailarina profissional por vários palcos do mundo e é, igualmente, a criadora e diretora criativa do grupo Bon Bon Burlesque Cabaret NYC. LADY M é fogo puro e, o mais provável, é sermos todos incendiados por ela.

Conceção, Direção e Interpretação: Marlyn Ortiz; Desenho de Luz e Direção Técnica: Paulo Santos; Fotografia: Alípio Padilha; Design de Comunicação e Ilustração: Sílvia Franco Santos; Produção Executiva: Sérgio Azevedo; Produção: Nova Companhia. M/18 . 10 min

Música

Teatro        Música

Concerto SPA
Com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores
DIOGO PICÃO
Lançamento do Álbum “cidade saloia”

28 Fevereiro

Quarta . 21h30
7€
15€ Pack Bilhete + CD (Bilhete = 5€; CD = 10€)

Diogo Picão, um dos músicos mais promissores da sua geração, lança agora o álbum de estreia Cidade Saloia. Influenciado pelas suas viagens, ocupa um vasto território sonoro que bebe das vivências com culturas diferentes, quer em trânsito quer em casa. Saloio de gema, citadino adotado, vê o campo na cidade e a urbe no espaço rural. Inova ao aliar uma destreza lírica peculiar a uma inventividade melódica e harmónica singulares.

Voz, saxofones e composição: Diogo Picão; Guitarra de sete cordas: Olmo Marín; Cavaquinho: Anders Perander; Percussão: Matteo Bowinkelmann; Técnico de som: Paulo Machado; Ilustração e design gráfico: Maria Vidigal; Foto: Olmo Marín; Produção: Lugre Music; Produtora: Joana Garcia. M/6 . 70min

O Teatro do Bairro

O Teatro Bairro        Cartão de Amigo

Situado em pleno Bairro Alto, na Rua Luz Soriano, nº 63, o Teatro do Bairro ocupa o espaço onde durante décadas funcionou a rotativa do Diário Popular, mesmo ao lado da Escola de Música do Conservatório Nacional. Inaugurado em 2011, foi um marco no percurso artístico da Ar de Filmes - produtora de teatro e cinema que o adquiriu - criando assim um diálogo direto e permanente com o seu público, abrindo ainda caminho para a fidelização de novos espectadores. Sob a direção do produtor Alexandre Oliveira e do encenador António Pires, funciona, por um lado, como a casa das criações artísticas da Ar de Filmes e da sua companhia de teatro e, por outro, como espaço de acolhimento de pequenas estruturas que, não tendo lugar nos grandes teatros municipais da cidade, não teriam onde apresentar os seus espetáculos. A par das propostas de acolhimento, estabeleceram-se ainda protocolos de intercâmbio com estruturas de outras zonas do país, que prevêem o acolhimento anual de, pelo menos, uma produção dessas companhias no Teatro do Bairro e vice-versa. São exemplos destes intercâmbios a Ao Cabo Teatro (do Porto, com direção artística de Nuno Cardoso) e o Teatro da Terra (de Ponte de Sor, com direção artística de Maria João Luís).

O interesse da abertura do Teatro do Bairro para a cidade não se esgota, no entanto, no projeto artístico da Ar de Filmes. Localizado num local histórico de fruição artística por excelência, proporciona também o convívio entre diferentes artes performativas contemporâneas, com uma programação plural e abrangente que garante a circulação de diferentes artistas e públicos. Desenvolvemos as nossas próprias produções, mas acolhemos também espetáculos de outros criadores de teatro, e ainda de música, cinema e dança. Acreditamos que a programação interdisciplinar que praticamos, incrementada na nossa própria criação, promove trocas e contaminações desejadas, que enriquecem todos os intervenientes. Criámos em Lisboa uma nova sala de teatro, uma nova sala de cinema, uma nova sala de concertos, um novo espaço de tertúlia e um novo local de encontro dos cidadãos com as diferentes artes e os seus criadores.

Seja bem-vindo ao Teatro do Bairro!

Visite também o site da Ar de Filmes

Cartão de Amigo

O Teatro Bairro    Cartão de Amigo     Ficha de Adesão

O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro atribui um desconto de 50% em todos os eventos e espetáculos, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros). O desconto é feito mediante a apresentação do cartão na bilheteira e não é acumulável com outros descontos em vigor. O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem um custo de 10€ e é válido durante 12 meses. A adesão faz-se na bilheteira do Teatro do Bairro.

Regulamento

1 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido pela Ar de Filmes e visa atribuir um desconto de 50% na aquisição de bilhetes para os eventos e espetáculos no Teatro do Bairro, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 5€ (cinco euros).

2 - O desconto obtido através do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não é acumulável com outros descontos em vigor.

3 - O desconto atribuído pelo Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não tem qualquer valor monetário, sendo expressamente proibida a sua venda ou troca por dinheiro.

4 - Sempre que pretenda usufruir do desconto do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, o seu titular deverá fazer essa menção no ato da compra do bilhete, apresentando também o cartão.

5 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é válido apenas quando apresentado na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63 ou na Rua dos Caetanos, nº 26, no caso de eventos com venda de bilhetes nesta entrada.

6 – O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pode não ser válido, excecionalmente, para eventos devidamente identificados no programa.

7 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é feita exclusivamente na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63, mediante o preenchimento de uma ficha de adesão e o pagamento de uma anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

8 – A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não pode ser feita na entrada da Rua dos Caetanos, nº 26.

9 - No ato de adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido um documento provisório igualmente válido, que poderá ser utilizado de imediato para usufruir do desconto.

10 – Logo que o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro estiver disponível, o seu titular será informado por email, podendo levantá-lo posteriormente no Teatro do Bairro, dentro do horário de funcionamento da bilheteira.

11 – Os dados pessoais dos titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro serão utilizados única e exclusivamente para divulgação da programação do Teatro, caso assim o desejem, garantindo a Ar de Filmes a sua total confidencialidade.

12 – Os titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro receberão, via e-mail, convite para a estreia de todos os espetáculos de teatro produzidos pela Ar de Filmes com apresentação no Teatro do Bairro, sendo esse convite sujeito a confirmação telefónica, mediante a lotação da sala.

13 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem a validade de um ano, podendo ser renovado na bilheteira do Teatro do Bairro.

14 – A renovação do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro por mais 12 meses implica o pagamento de nova anuidade no valor de 10€ (dez euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

15 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é pessoal e intransmissível, pelo que poderá ser exigido ao titular a apresentação de um documento identificativo.

16 - Para ser considerado válido, o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro deverá ser mantido em bom estado de conservação, não podendo estar ilegível nem danificado.

17 - A Ar de Filmes reserva-se o direito de anular a um titular o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, caso seja detetada fraude ou utilização indevida.

18 - A Ar de Filmes não se responsabiliza por eventuais extravios do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro.

19 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pressupõe o conhecimento e a aceitação na íntegra deste regulamento.

A Companhia

Teatro do Bairro

 

A Companhia    Para Digressão   Histórico da Companhia

 

Com a abertura do Teatro do Bairro em 2011, criou-se também uma nova companhia de teatro, que nasce já com oito espetáculos no curriculum e uma experiência de sete anos de produções: a Companhia Teatro do Bairro. O grupo de autores, atores, técnicos e colaboradores que, ao longo dos anos, foram trabalhando com a Ar de Filmes - nomeadamente nos seus projetos teatrais - encontrou finalmente uma casa onde pode sedimentar e desenvolver o seu trabalho de forma regular e continuada. A gestão própria dos timings de ensaios e das temporadas das suas criações, sem os habituais constrangimentos inerentes aos calendários sempre muito preenchidos das tradicionais salas de espetáculos, possibilitou assim a consolidação desta companhia teatral, através de uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Na direção artística da Companhia Teatro do Bairro está António Pires, que tem desenvolvido um trabalho que se poderia designar como "Teatro Coreográfico" - onde o texto e as imagens se fundem como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo do seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Companhia Teatro do Bairro que desenvolve o seu trabalho autoral como encenador.

Atualmente, a Companhia do Teatro do Bairro conta com 14 colaboradores fixos, dos quais fazem parte quatro atores que integram regularmente os seus elencos, aos quais se juntam habitualmente atores convidados.

Veja aqui o histórico da Companhia

Veja aqui as encenações de António Pires

A Companhia

do Teatro do Bairro

 

A Companhia   Para Digressão

 

MANA, SOLTA A GATA

a partir do universo de Adília Lopes

Duas mulheres gordas. Muito gordas. Tão gordas que andam devagar. Quase não andam. Mas andam e dizem as coisas que a Adília Lopes escreveu, bem devagar. O espectáculo é uma coreografia oriental lenta. Mas só tem 1h30 e, por isso, passa-se rápido. Têm muito que fazer. Há um homem. É mau. Usa botas, cartola e bigode antigo em W. O homem guarda o espaço onde as mulheres fazem o que têm de fazer. Às vezes parece um domador de mulheres gordas. Nada disto é grotesco. Nem o movimento, nem a actuação. É hiper-realista. E tem música a pontuar toda a coreografia. Por isso, “Mana, Solta a Gata” é um Musical Hiper-realista.

Adaptação, dramaturgia, concepção cénica e encenação: António Pires | Com: Hugo Mestre Amaro, João Araújo, Rafael Fonseca | Figurinos: Luís Mesquita | Desenho de Luz: Vasco Letria | Apoio Coreográfico: Paula Careto | Costureira: Rosário Balbi | Adereços: Carla Freire | Ilustração: Joana Vilaverde | Assistente de Encenação: Tomás Nolasco | Administração Financeira: Ana Bordalo | Assessoria de Imprensa: Isabel Marques | Coordenação de Produção: Andreia Luís | Produtor: Alexandre Oliveira | M/14
estreia no Teatro do Bairro
digressão ao Teatro Municipal Joaquim Benite (Almada).

 

 

Pedido de Informações

Contactos

 

Teatro do Bairro

Rua Luz Soriano, 63 (Bairro Alto),1200-246 Lisboa, Portugal

RESERVAS* APENAS POR TELEFONE
21 347 33 58 ou 91 321 12 63 (15h - 19h)

 

VENDAS e LEVANTAMENTO DE RESERVAS*
Na bilheteira, uma hora antes do espetáculo


* Fazemos reservas apenas para espectáculos de teatro e dança.
* As reservas devem ser levantadas até 15 minutos antes da hora do espectáculo

 

Para propostas de acolhimento, envie e-mail para
teatrodobairro.geral@gmail.com

 

ACESSOS
Metro: Baixa-Chiado (linhas verde e azul)
Autocarros: 758 e 790 . Elétrico: 28 . Elevador: Bica
Estacionamento: Parques do Largo de Camões e Calçada do Combro

 

Ar de Filmes, lda

Rua da Cova da Moura nº2, 4º Dto, 1350-117 Lisboa , Portugal
213 420 810 | 918 570 774
ardefilmesgeral@gmail.com
www.ardefilmes.org