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de passagem
10 Janeiro a 4 Fevereiro

DE PASSAGEM

de Luísa Costa Gomes
Teatro
  • Quarta e Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    15€

    8€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    6€ (quarta-feira (dia do espectador) e portadores do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro)

    Bilhetes à venda em bol.pt

  • Acessibilidade

    27 Janeiro . Sábado - Sessão de Língua Gestual Portuguesa

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    DE PASSAGEM é uma comédia sobre economia. Dar e receber, amar, comprar e vender, roubar e burlar, trocar coisas por coisas e ideias de coisas e essas por outras. Na troca se cria a ilusão, mais valia e enganos. Seja uma mochila roubada ou um pai desaparecido, um belo prado verde ou um caderno de desenhos, ou uma bicicleta, tudo é valor criado e estimado. Essa estimativa faz mover o mundo. ROBERTO é o jovem protagonista de um destino que não controla. Na sua viagem encontra um crime que não comete. E da sua inocência nasce o enredo.

    Texto: Luísa Costa Gomes; Encenação António Pires; Elenco: Francisco Vistas (O jovem viajante, Roberto, de bicicleta), João Barbosa (O morituro, António), Marcello Urgeghe (Augusto, viajando a pé), Ricardo Aibéo (Domingos, viajando a pé) e Sandra Santos (Maria Rita, com seu marido, Marlôn, em efígie); Cenografia: Alexandre Oliveira; Figurinos: Luísa Pacheco; Desenho de Luz: Rui Seabra; Desenho de Som: Paulo Abelho; Caracterização: Ivan Coletti; Construção de Cenário: Fábio Paulo; Costureira: Rosário Balbi; Operação de Luz: Alexandre Jerónimo; Operação de Som: António Oliveira; Direcção de Cena: João Veloso; Assistente à Direcção de Cena: Afonso Luz; Ilustração: Joana Villaverde; Spot de Vídeo: Tiago Inuit; Fotografia de Cena: Jaime Freitas; Bilheteira: Sofia Estriga; Direcção de Produção: Ivan Coletti; Coordenação de Produção: Federica Fiasca Administração de Produção Ana Bordalo; Comunicação: Maria João Moura; Produtor: Alexandre Oliveira; Produção Ar de Filmes / Teatro do Bairro.

    M/12. 90 min (aproximadamente)

fantasmadeumfidelissimocao
3 Fevereiro

Fantasma de um fidelíssimo cão

de Hugo Mestre Amadro
Lançamento de Livro
  • Sábado . 21h30

    ENTRADA LIVRE

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    Lançamento do quarto livro de poesia de Hugo Mestre Amaro.

    Com apresentação de Mónica Bolas Teixeira e Rita Marrafa de Carvalho. Leitura de poemas por Maria João Pinho e Paula Guedes. Chancelado pela Editora Labirinto, “fantasma de um fidelíssimo cão” reúne, de forma propositadamente anacrónica, os poemas a que o autor chama “os meus bastardos”; os poemas que não tiveram lugar nos livros anteriores mas que, caoticamente, reunidos, elaboram o que considera um justíssimo compêndio da sua poética produção. Compêndio esse que, orgulhosamente reconhece, está repleto de algum escárnio, saudosismo, suficiente desgosto, inevitável paixão-erotismo e muito amor.

pussycatinmemoryofdarkness
8 a 11 Fevereiro

Pussycat in Memory of Darkness

Teatro - Finborough Theatre and Lisbon Players
  • Quinta e Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    15€

    8€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    6€ (portadores do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro e Lisbon Players Members)

    ESPECTÁCULO EM INGLÊS COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS

    Bilhetes à venda em bol.pt

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    Donbas, 2014. Uma mulher sem nome está na rua. Com um par de óculos escuros e uma cesta de gatinhos para vender. Perdeu tudo o que de mais precioso tinha: a casa, a família, a esperança. A Rússia assumiu o controle sobre a Crimeia e provocou a violência em curso na sua amada pátria, o Donbas. Traída pelo seu vizinho e brutalizada pelas milícias apoiadas pelos russos, perdeu a esperança na humanidade. A sua esperança pode ser apenas a de encontrar um lar para os gatinhos na cesta, um lar que ela própria não lhes pode oferecer.

    Donbas, 2014. A nameless woman stands in the street. Wearing a pair of dark black sunglasses, she tries to sell a basket of kittens. She has lost everything else she holds dear: her home, her family, her hope. Russia has taken over Crimea and stirred up ongoing violence in her beloved homeland of Donbas. Betrayed by her neighbour and brutalised by Russian-backed militia, her hope has waned for humanity. She can only now place her hope in finding a home for a basket of kittens, a home she cannot offer.

    Com: Kristin Milward - She; Encenação Polly Creed; Dramaturgia: Neda Nezhdana; Cenário e figurinos: Ola Klos; Desenho de Luz: Jonthan Chan; Assistente Suzanne Emerson; Tradução: John Farndon e Dora Guedes; Direção de cena: Mariana Albuquerque; Operação de luz e som: William Greer; Produção: Rita Silva; Fotos: Charles Flint

    Cast: Kristin Milward - She; CREW - Director: Polly Creed; Playwright: Neda Nezhdana; Set and Costume Design: Ola Klos; Light Design: Jonathan Chan; Assistant Designer: Suzanne Emerson; Translation: John Farndon and Dora Guedes; Stage Management: Mariana Albuquerque; Light and Sound: William Greer; Production: Rita Silva; Photos: Charles Flint

    M/18 . 65 min (aproximadamente)

limites
23 a 25 Fevereiro

Limites

Teatro - Teatro dos Aloés
  • Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    15€

    8€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    6€ (portadores do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro)

    Bilhetes à venda em bol.pt

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    “Limites” é um espetáculo com 7 personagens e uma só atriz, que aborda questões sobre a escola e a educação. A criação “Limites” nasceu de um convite da Companhia romena Replika ao TdAoés para integrar a parceria, juntamente com a Companhia grega Modernoi Kairoi, no programa CREA - Cultura 2021. 0 projeto consiste na criação de três diferentes encenações da peça romena “Limites” em cada uma das línguas das companhias parceiras. Para a criação da versão portuguesa da peça foram feitas entrevistas e levadas em conta as actuais reivindicações e lutas dos professores, procurando-se apresentar as realidades educativas com que nos deparamos enquanto sociedade, juntamente com os complexos vínculos entre professores, crianças e pais.

    Texto: Mihaela Michailov e Radu Apostol; Tradução: Mick Greer e Graça Margarido; Encenação: Radu Apostol; Interpretação: Elsa Valentim; Cenografia: José Manuel Castanheira; Figurinos: Dino Alves; Música: Rui Rebelo; Voz: Mafalda Evaristo; Desenho de Luz: Aurélio Vasques; Adereços: Pedro Antunes; Fotografia: José Frade;Vídeo: José Ricardo Lopes; Design Gráfico: João Rodrigues; Consultoria de Comunicação/Assessoria de Imprensa: Sofia Peralta; Assistente de cena e contraregra: Nérika Amaral / Mafalda Evaristo; Montagem e Operação: Gi Carvalho; Direção de Produção: Daniela Sampaio; Produção Executiva: Gabriela Frade; Produção: Teatro dos Aloés 2023

    M/14 . 75 min (aproximadamente)

mortoocaoacabouseafuria
28 Fevereiro a 3 Março

MORTO O CÃO ACABOU-SE A FÚRIA
A VIDA DE LUIZ PACHECO

Teatro
  • Quarta e Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    15€

    8€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    6€ (quarta-feira (dia do espectador) e portadores do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro)

    Bilhetes à venda em bol.pt

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    Luiz Pacheco foi tudo na cultura portuguesa. Um escritor diferenciado, um editor requintado e um selvático polemista. Luiz Pacheco foi o cão, ou seja, a consciência da cultura portuguesa e levantou a voz quando escritores oficiais ou panfletários eram a norma. O percurso de Luiz Pacheco foi uma viagem política, estética e até geográfica de um proscrito, de um exilado interno e de um degenerado.
    Que significam hoje todas estas palavras no meio da cultura?
    Pode a cultura actual olhar para uma figura tão complexa e autêntica?
    Porque é que temos a sensação de que autores como este aconteciam noutros tempos?
    Como vive hoje essa sintaxe, o que podemos ter no nosso corpo dessa voz torcida até ao limite?
    Cláudio da Silva, o actor da peça a construir, contém em si mesmo todas estas complexidades, esta lucidez física sobre uma época sem ideias fortes. Por outras palavras, Cláudio da Silva será o escritor no seu laboratório, na sua oficina, nas suas peregrinações, na sua busca desesperada por amor e corpos. Homens e mulheres, jovens e velhos. Diz-se que Pacheco gostou de tudo. Estamos certos de que Pacheco seguiu uma poética e seguiu um plano em cada passo que deu. Seguiu a sua fome pela vida e pela pele. Seguiu a sua vitalidade extrema e desesperada. A geografia de Pacheco é a de uma Lisboa que se estende. Só deixou Portugal uma vez na vida mas era um libertino, um comunista e um anarquista. Luiz Pacheco foi a medida da cultura portuguesa durante mais de 50 anos. Luiz Pacheco despiu-se e diz que não precisa de nada, mas precisa de tudo. E é essa atenção o que o caos lhe oferece. De facto, esta vida e este espectáculo são a história de uma queda, de um corpo que é derrotado pelo tempo e pela escrita.

    Ideia original e texto: Pablo Fidalgo Lareo; Co-criação: Pablo Fidalgo Lareo, Cláudio da Silva e Carolina Dominguez; Apresentação: Cláudio da Silva; Direcção técnica: Bruno Santos; Produção: Carolina Dominguez, Cláudio da Silva e Pablo Fidalgo Lareo; Parcerias: Editora SNOB, Palettentheater Kollektiv, Teatro do Bairro, Teatro Municipal Joaquim Benite e Zdb – Galeria Zé dos Bois; Co-Financiado: República Portuguesa - Cultura / Dgartes – Direção-Geral das Artes

    A classificar pela CCE . 60min (aproximadamente)

anoitedochoropequeno
6 a 10 Março

A NOITE DO CHORO PEQUENO

de João Ascenso
Teatro - Teatro Livre
  • Quarta e Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    15€

    8€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    6€ (quarta-feira (dia do espectador) e portadores do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro)

    Bilhetes à venda em bol.pt

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    Duas desconhecidas passam a noite numa estação de camionagem, isoladas do olhar dos outros, enquanto aguardam por transporte. Conversam para passar o tempo. Uma espera reencontrar-se com o passado enquanto a outra foge dele. Aos poucos, a conversa entre as duas traz à tona a verdade de cada uma e de tantas outras... Ao chegar o amanhecer, o sol revela duas mulheres diferentes que se reconhecem, uma na outra, apesar de terem vidas tão diferentes. “Amanhã cada uma segue seu caminho e o mais certo é nunca mais nos vermos…”

    Texto: João Ascenso; Encenação: Beto Coville; Direcção de actrizes e Ass. Encen: Luísa Ortigoso; Elenco: Maria D’Aires e Joana de Verona; Desenho de Luz: Pedro Santos; Música e Sonoplastia: João Balão; Figurinos (consultora): Luísa Martins; Produção: Teatro Livre

    M/12 . 80 min (aprox.)

feminismos
13 a 17 Março

FEMINISMOS. CITAÇÃO

de Luísa Costa Gomes
Teatro
  • Quarta e Sexta . 21h30

    Sábado e Domingo . 18h00

    15€

    8€ (<25, >65, profissionais do espectáculo)

    6€ (quarta-feira (dia do espectador) e portadores do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro)

    Bilhetes à venda em bol.pt

  • 16 Março . Sábado

    Conversa com público a seguir ao espetáculo

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    Esta não é uma peça sobre mulheres fortes. Não é uma peça sobre mulheres fracas. Talvez nem seja uma peça sobre mulheres.
    Esta não é uma peça sobre O feminismo. Talvez seja uma peça sobre o que é ser feminista, como, talvez seja uma peça feminista...
    Esta não é uma peça cronológica. É uma peça sem ordem, fragmentada, caótica. Esta é uma peça sobre instabilidade.
    É talvez uma comédia sobre a vida quotidiana, uma trágico-comédia do dia-a-dia, do pequeno, do quase invisível.
    É talvez uma comédia sobre a descrença num mundo melhor, a consciência de que nem tudo está conquistado.
    Ainda assim, temos de lutar pelo nosso amanhã.
    Os nossos direitos não estão garantidos.

    Encenação: Carolina Serrão; Texto e Dramaturgia: Carolina Campanela; Interpretação: Andreia Galvão, Carolina Campanela, Catarina Marques Lima; Músicas: Andreia Galvão e Catarina Marques Lima; Design de Comunicação: Joana Tavares; Produção: Além Mundus; Apoio Financeiro: Fundação GDA, Abril é Agora; Apoios: Biblioteca de Marvila, Museu do Aljube, Câmara Municipal de Lisboa - Pólo Cultural das Gaivotas, Teatro do Bairro

    A classificar pela CCE . 90min (aprox.)

Ano Novo
3 Fevereiro a 17 Março

ANO NOVO

de Paulo Moura
Exposição de Polaroids
  • INAUGURAÇÃO:

    3 Fevereiro . 15h00

    ENTRADA LIVRE

    NOS DIAS DE ESPECTÁCULO:

    Até uma hora antes da sessão

    Horários a consultar semanalmente

    ENTRADA LIVRE

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    Saio à rua nos primeiros dias do ano e parece-me que as pessoas falam, olham, andam como feras.
    Trabalham, entram num autocarro, conduzem o automóvel, arrumam a casa, cozinham um jantar especial, ensinam aos filhos coisas úteis para o futuro, como feras. Ao final de cada dia de um ano inteiro, não é possível passar em revista os acontecimentos, tomar nota das bombas, dos hospitais arrasados, das crianças mortas, e adormecer, sem que algo muito essencial tenhamos mudado em nós próprios.
    Cada dia e cada noite que passam sobre Gaza ou a Ucrânia deixam-nos seres humanos piores. Mesmo que não tenhamos feito nada, nem pudéssemos ter feito nada. Mesmo que sejamos inocentes, ou que tenhamos sofrido um pouco, ou muito, em cada telejornal.
    A pessoa que adormece depois de um massacre não acorda a mesma. É uma pessoa que nalgum micro-segundo do limbo da semi-vigília, sentiu: eu posso viver com isto. E na manhã seguinte é outra pessoa.
    É fácil dizer: somos todos a criança de Gaza, quando o que temos de dizer é: somos todos o assassino da criança de Gaza. Saio à rua nos primeiros dias do ano e já me parece que as pessoas falam, olham, andam como assassinos.
    Na cidade, os edifícios são espectros de abandono e ruína, arautos insolentes de um mundo inanimado, hostil, superior.
    O horizonte visível tem uma face na escuridão, onde as figuras humanas se escondem envergonhadas, diminuídas, em fuga.
    Hordas obedientes deixam-se engolir pelos túneis e pelos comboios, cujo coração de máquina lhes pulsasse amorosamente nas próprias veias. E até na praia a beleza é longínqua, reflectida no fino tapete de água que agarra os pés, como um pântano, e não nos deixa caminhar.

    Paulo Moura

Teatro do Bairro
Teatro do Bairro

Inaugurado pela Ar de Filmes em 2011, o Teatro do Bairro trouxe a Lisboa um espaço cultural único na cidade. Situado em pleno Bairro Alto, na Rua Luz Soriano, nº 63, ocupa o espaço onde durante décadas funcionou a rotativa do Diário Popular, mesmo ao lado da Escola de Música do Conservatório Nacional. Uma iniciativa que foi um marco no caminho artístico da produtora, contaminando-o de forma positiva. Foi atribuído um espaço físico, uma morada, uma casa, a uma identidade artística. Criou-se um diálogo direto e permanente com o público da Ar de Filmes, quer na área de cinema, quer na área de teatro, e abriu-se caminho para a fidelização de novos públicos.

A não dependência dos calendários das tradicionais salas de acolhimento garantiu à Ar de Filmes e à Companhia do Teatro do Bairro a gestão própria e otimização dos timings de ensaios e temporadas das suas criações, permitindo também ao grupo de artistas que habitualmente colaboram com a produtora um trabalho mais regular e continuado. Consideramos esta circunstância absolutamente necessária à consolidação de uma companhia teatral, já que possibilita uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Mas além de uma nova sala de teatro, o Teatro do Bairro trouxe também a Lisboa uma nova sala de cinema, que além de programar ciclos específicos e exibições únicas de filmes independentes, salvaguarda a exibição das produções cinematográficas da Ar de Filmes e dos seus criadores.

O interesse da abertura do Teatro do Bairro para a cidade não se esgota, no entanto, no projeto artístico da Ar de Filmes, nem no desenvolvimento da sua companhia teatral. Localizado num local histórico de fruição artística por excelência, proporciona também o convívio entre diferentes artes performativas contemporâneas, com uma programação abrangente que garante a circulação de diferentes artistas e públicos, através do acolhimento de espetáculos de outros criadores de teatro, e também de música, cinema e dança. Criámos em Lisboa um novo espaço de reunião, tertúlia e contaminação entre diferentes áreas artísticas, e de encontro dos cidadãos com as artes e os seus criadores.

 

 

 

 

Cartão de Amigo do Teatro do Bairro
Cartão de Amigo
do Teatro do Bairro

O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro atribui um desconto em todos os espetáculos produzidos pela Ar de Filmes /Teatro do Bairro, sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 6€ (seis euros). O desconto é feito mediante a apresentação do cartão na bilheteira e não é acumulável com outros descontos em vigor. O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem um custo de 12€ e é válido durante 12 meses. A adesão faz-se na bilheteira do Teatro do Bairro ou preenchendo a ficha de adesão que se encontra disponível para download e enviar para teatrodobairro.geral@gmail.com

Regulamento

1 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido pela Ar de Filmes e visa atribuir um desconto de 50% na aquisição de bilhetes para todas as produções da Companhia do Teatro do Bairro sendo que o preço mínimo a pagar por bilhete é sempre de 6€ (seis euros). O desconto pode aplicar-se na aquisição de bilhetes de espectáculos de acolhimento devidamente identificados no programa.

2 - O desconto obtido através do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não é acumulável com outros descontos em vigor.

3 - O desconto atribuído pelo Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não tem qualquer valor monetário, sendo expressamente proibida a sua venda ou troca por dinheiro.

4 - Sempre que pretenda usufruir do desconto do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, o seu titular deverá fazer essa menção no ato da compra do bilhete, apresentando também o cartão.

5 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é válido apenas quando apresentado na bilheteira do Teatro do Bairro, na Rua Luz Soriano, nº 63.

6 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro não garante descontos automáticos na aquisição de bilhetes para todos os espectáculos acolhidos no Teatro do Bairro. Consulte a programação para saber se o desconto é aplicado.

7 - No ato de adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é emitido um documento provisório igualmente válido, que poderá ser utilizado de imediato para usufruir do desconto.

8 - Logo que o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro estiver disponível, o seu titular será informado por email, podendo levantá-lo posteriormente no Teatro do Bairro, dentro do horário de funcionamento da bilheteira.

9 - Os dados pessoais dos titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro serão utilizados única e exclusivamente para divulgação da programação do Teatro, caso assim o desejem, garantindo a Ar de Filmes a sua total confidencialidade.

10 - Os titulares do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro receberão, via e-mail, convite para a estreia de todos os espetáculos de teatro produzidos pela Ar de Filmes/Teatro do Bairro com apresentação no Teatro do Bairro, sendo esse convite sujeito a confirmação telefónica, mediante a lotação da sala.

11 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro tem a validade de um ano, podendo ser renovado na bilheteira do Teatro do Bairro.

12 - A renovação do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro por mais 12 meses implica o pagamento de nova anuidade no valor de 12€ (doze euros), já com IVA incluído à taxa legal em vigor.

13 - O Cartão de Amigo do Teatro do Bairro é pessoal e intransmissível, pelo que poderá ser exigido ao titular a apresentação de um documento identificativo.

14 - Para ser considerado válido, o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro deverá ser mantido em bom estado de conservação, não podendo estar ilegível nem danificado.

15 - A Ar de Filmes reserva-se o direito de anular a um titular o Cartão de Amigo do Teatro do Bairro, caso seja detetada fraude ou utilização indevida.

16 - A Ar de Filmes não se responsabiliza por eventuais extravios do Cartão de Amigo do Teatro do Bairro.

17 - A adesão ao Cartão de Amigo do Teatro do Bairro pressupõe o conhecimento e a aceitação na íntegra deste regulamento.

 

 

 

 

A Companhia
A Companhia

Com a abertura do Teatro do Bairro em 2011, criou-se também uma nova companhia de teatro, que nasce já com oito espetáculos no curriculum e uma experiência de sete anos de produções: a Companhia Teatro do Bairro. O grupo de autores, atores, técnicos e colaboradores que, ao longo dos anos, foram trabalhando com a Ar de Filmes - nomeadamente nos seus projetos teatrais - encontrou finalmente uma casa onde pode sedimentar e desenvolver o seu trabalho de forma regular e continuada. A gestão própria dos timings de ensaios e das temporadas das suas criações, sem os habituais constrangimentos inerentes aos calendários sempre muito preenchidos das tradicionais salas de espetáculos, possibilitou assim a consolidação desta companhia teatral, através de uma reflexão ininterrupta que contagia as criações e afirma o caminho artístico previamente traçado. Na direção artística da Companhia Teatro do Bairro está António Pires, que tem desenvolvido um trabalho que se poderia designar como "Teatro Coreográfico" - onde o texto e as imagens se fundem como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo do seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Companhia Teatro do Bairro que desenvolve o seu trabalho autoral como encenador.

 

 

 

 

António Pires
António Pires
Encenador

António Pires tem desenvolvido um trabalho de encenador que se poderia designar como "Teatro Coreográfico", onde o texto e as imagens se fundem e funcionam como se de uma coreografia se tratasse. Ao longo de seu percurso artístico, tem apresentado trabalhos a convite de várias entidades, mas é na Ar de Filmes/Teatro do Bairro, estrutura de produção que ajudou a consolidar, que tem vindo a desenvolver o seu trabalho como encenador. Com a inauguração do Teatro do Bairro, acumula as funções de Director Artístico e Co- Director de Programação. O seu espetáculo “Tisanas - Um Antídoto Contra o Cinzento dos Dias” ganhou o Corvo de Ouro da Time Out Lisboa para Espetáculo do Ano 2012. A sua encenação de “O Público”, de Federico Garcia Lorca, ganhou o Globo de Ouro desse ano (2013) para Melhor Peça de Teatro. O seu espetáculo “Quatro Santos em três Actos”, a partir de Gertrude Stein, com versão cénica de Luísa Costa Gomes, foi distinguido pela APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro com uma menção especial para espetáculo do ano 2015. Já em 2016, o Teatro do Bairro foi convidado para apresentar este mesmo espetáculo na dFeria 2016, em Donostia/San Sebastian - Capital Europeia da Cultura.

Encenações de António Pires para a Ar de Filmes:

2024 | DE PASSAGEM
de LUÍSA COSTA GOMES
Teatro do Bairro

2023 | A TEMPESTADE
de WILLIAM SHAKESPEARE com a MÚSICA INCIDENTAL de JEAN SIBELIUS
São Luiz Teatro Municipal

2023 | OS GIGANTES DA MONTANHA
de Luigi Pirandello
Museu Arqueológico do Carmo

2023 | PENTESILEIA
de Heinrich Von Kleist
Teatro do Bairro

2022 | FAZER - UM ALFABETO DE ANIVERSÁRIOS
de Gertrude Stein
Teatro do Bairro

2022 | MUITO BARULHO POR NADA
de William Shakespeare
Museu Arqueológico do Carmo

2022 | DON JUAN
de Molière
Teatro do Bairro

2021 | UM, DOIS, TRÊS!
de Ferenc Molnár
Teatro do Bairro

2021 | SONHO
de August Strinderg
Museu Arqueológico do Carmo

2021 | TRILOGIA DRAMÁTICA DA TERRA ESPANHOLA
. YERMA
. A DESTRUIÇÃO DE SODOMA
. BODAS DE SANGUE
de Federico Gracia Lorca
Teatro do Bairro

2020 | REI JOÃO
de William Shakespeare
Museu Arqueológico do Carmo

2019 | AS CADEIRAS
de Eugène Ionescu
Teatro do Bairro

2019 | TROIANAS
de Eurípedes
Museu Arqueológico do Carmo

2019 | TERROR E MISÉRIA
de Bertolt Brecht
Teatro do Bairro

2018 | O MUNDO É REDONDO
a partir de Gertrude Stein
Teatro do Bairro
PRÉMIO AUTORES 2019 - MELHOR ESPECTÁCULO TEATRO
Nomeação GLOBO DE OURO - Melhor - peça/espetáculo 2018

2018 | MACBETHS
Luísa Costa Gomes
a partir de William Shakespeare
Museu Arqueológico do Carmo

2018 | COLÓNIA PENAL
a partir de Jean Genet
Teatro do Bairro

2018 | IVONE, PRINCESA DE BORGONHA
a partir de Witold Grombowitz
Teatro do Bairro
Teatro Nacional São João Porto

2017 | BIOGRAFIA DE UM POEMA
a partir de Carlos Drummond de Andrade
Teatro do Bairro

2017 | UBU REI
de Alfred Jarry
Museu Arqueológico do Carmo

2017 | VANESSA VAI À LUTA
de Luísa Costa Gomes
Teatro da Trindade

2016 | O JOVEM MÁGICO
a partir da obra de Mário Cesariny
Teatro do Bairro

2016 | CIMBELINO
de William Shakespeare
Museu Arqueológico do Carmo

2016 | RUÍNAS
de Lynn Nottage
São Luíz Teatro Municipal
Teatro do Bairro

2015 | LONE DOG
de Claudio da Silva
Teatro do Bairro

2015 | QUATRO SANTOS EM TRÊS ACTOS
de Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro
Menção Especial da APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro como espetáculo do ano 2015
Convite para integrar a programação da dFeria 2016, em Donostia/San Sebastian - Capital Europeia da Cultura.

2015 | E OS SONHOS, SONHOS SÃO
de Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro

2014 | DEPOIS DA REVOLUÇÃO
de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro

2014 | CABARET ALEMÃO
de Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro

2014 | MANA, SOLTA A GATA
a partir do universo de Adília Lopes
Teatro do Bairro

2013 | PEQUENAS COMÉDIAS
de Georges Feydeau
Teatro do Bairro

2013 | O PÚBLICO
de Federico Garcia Lorca
São Luíz Teatro Municipal - Largo Camões - Teatro do Bairro
Globo de Ouro para Melhor Peça de Teatro de 2013

2013 | ACTOR IMPERFEITO
de Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro

2012 | TISANAS
de Ana Hatherly
Teatro do Bairro
Corvo de Ouro da Time Out Lisboa para Espetáculo do Ano 2012

2012 | BELA ADORMECIDA E OUTRAS HISTÓRIAS a partir de textos de Robert Walser
Teatro do Bairro

2011 | COMÉDIA DE DESENGANOS
de Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro

2011 | SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
de William Shakespeare
Teatro do Bairro

2011 | A PAIXÃO DE SÃO JULIÃO HOSPITALEIRO
a partir de um conto de Gustave Flaubert
adaptação de Maria João Cruz
São Luiz Teatro Municipal

2010 | VIDA DE ARTISTA
de Luísa Costa Gomes
Teatro do Bairro

2010 | O PRINCIPE DE HOMBURGO
de Heinrich von Kleist
Centro Cultural de Belém
Teatro Carlos Alberto (Porto)

2009 | ROMANCERO GITANO
de Federico Garcia Lorca
Museu Arqueológico do Carmo

2009 | DEUS PÁTRIA REVOLUÇÃO
de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes
Centro Cultural de Belém
Teatro Carlos Alberto (Porto)

2008 | SAY IT WITH FLOWERS
de Gertrude Stein
Teatro das Figuras (Faro)
Teatro Nacional São João (Porto)
Lux Frágil (Lisboa)

2008 | AUTO DAS CIGANAS
de Gil Vicente
Encomenda do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural
Padrão dos Descobrimentos

2007 | MOBY DICK
de Herman Melville
adaptação de Maria João Cruz
São Luiz Teatro Municipal

2005 | A MORTE DE ROMEU E JULIETA
a partir de William Shakespeare
Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

2004 (até hoje)| AUTO DA BARCA DO INFERNO
de Gil Vicente
Castelo de São Jorge

Algumas encenações de António Pires para outras produtoras:

2002 | UM DOM QUIXOTE
de Cervantes
Teatro Maria Matos

2001 | WERTHER
de Goethe
Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

2001 | ENTRADA DE PALHAÇOS
a partir de Entrées de Clowns, de Hélène Parmelin2001
Teatro Taborda
Teatro Nacional São João

1999 | O AUMENTO
de Georges Perec
Centro Cultural de Belém

1996 | A LIST
de Gertrude Stein
Cornucópia - Teatro do Bairro Alto

 

 

 

 

Luísa Costa Gomes
Luísa Costa Gomes
Dramaturga | Tradutora

Luísa Costa Gomes tem desenvolvido desde o princípio dos anos oitenta a sua actividade literária como contista e romancista e colabora desde 2010 com o Teatro do Bairro como dramaturga, dramaturgista e tradutora. Aí, António Pires encenou as peças originais “Vida de Artista” (2010), “Comédia de Desenganos” (2011),“Actor Imperfeito/Unperfect Actor”(2013) e várias dramaturgias.

Informação completa em: luisacostagomes.org

Luísa Costa para a Ar de Filmes / Companhia do Teatro do Bairro:

2024 | DE PASSAGEM
Teatro do Bairro

2023 | PENTESILEIA
de Heinrich Von Kleist
Teatro do Bairro

2022 | FAZER - UM ALFABETO DE ANIVERSÁRIOS
de Gertrude Stein
Teatro do Bairro

2020 | REI JOÃO
de William Shakespeare
Tradução e Versão para Palco: Luísa Costa Gomes

2019 | TROIANAS
de Eurípedes
Tradução: Luísa Costa Gomes

2018 | O MUNDO É REDONDO
a partir de Gertrude Stein
Tradução: Luísa Costa Gomes

2018 | MACBETHS
Dramaturgia e Tradução de Luísa Costa Gomes
com textos de William Skakespeare (Ricardo II, Rei João, Macbeth, Dois Cavalheiros de Verona, Júlio César, Otelo, Como Queiram, Hamlet, Cimbeline, Henrique V, O Mercador de Veneza)

2018 | IVONE, PRINCESA DE BORGONHA
a partir de Witold Grombowitz
Tradução: Luísa Costa Gomes

2017 | VANESSA VAI À LUTA
Texto de Luísa Costa Gomes

2016 | CIMBELINO
de William Shakespeare
Versão cénica de Luísa Costa Gomes a partir da tradução de Henrique Braga

2015 | LONE DOG
a partir de “Poeta Armando”, de Cláudio da Silva
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2015 | QUATRO SANTOS EM TRÊS ACTOS
libreto de Gertrude Stein e música de Virgil Thomson
Tradução e Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2015 | E OS SONHOS, SONHOS SÃO
Texto de Luísa Costa Gomes com textos clássicos da dramaturgia ocidental. Da Voz Humana à Antígona, Ubu Rei ou Shakespeare, Eurípides ou Gil Vicente.

2014 | DEPOIS DA REVOLUÇÃO
de Luís Bragança Gil e Luísa Costa Gomes
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2014 | CABARET ALEMÃO
Tradução e Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2013 | PEQUENAS COMÉDIAS
de Georges Feydeau
Tradução: Luísa Costa Gomes e Ana Cardoso Pires

2013 | ACTOR IMPERFEITO
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes com os sonetos de William Shakespeare

2011 | COMÉDIA DE DESENGANOS
Texto de Luísa Costa Gomes a partir de William Shakespeare

2010 | VIDA DE ARTISTA
Texto de Luísa Costa Gomes

2010 | O PRINCIPE DE HOMBURGO
de Heinrich von Kleist
Tradução, Dramaturgia e Co-Encenação com António Pires: Luísa Costa Gomes

2009 | DEUS PÁTRIA REVOLUÇÃO
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2008 | SAY IT WITH FLOWERS
de Gertrude Stein
Tradução e Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

Alguns espectáculos de Luísa Costa Gomes para outras produtoras:

2017 | A GRANDE VAGA DE FRIO
com o texto do romance Orlando de Virginia Woolf
Dramaturgia: Luísa Costa Gomes

2014 | DE PASSAGEM
texto de Luísa Costa Gomes

2014 | LAR DOCE LAR
a partir de "O que importa é que sejam felizes", de Luísa Costa Gomes

2014 | ESTAMOS TODOS?
texto de Luísa Costa Gomes

2012 | CASAS PARDAS
dramaturgia de Luísa Costa Gomes sobre o romance de Maria Velho da Costa

2011 | DIAS A FIO
Texto de Luísa Costa Gomes

2005 | JOSÉ MATIAS
Texto de Luísa Costa Gomes

2005 | UBUS
de Alfred Jarry
Tradução e dramaturgia de Luísa Costa Gomes

1999 | E AGORA OUTRA COISA
Texto de Luísa Costa Gomes

1998 | UBARDO
Texto de Luísa Costa Gomes

1998 | ARTE DA CONVERSAÇÃO
Texto de Luísa Costa Gomes

1998 | O CÉU DE SACADURA
Texto de Luísa Costa Gomes

1996 | O ÚLTIMO A RIR
adaptação do texto Vingança de Antero ou Boda Deslumbrante
de Luísa Costa Gomes

1994 | CLAMOR
Texto de Luísa Costa Gomes a partir de textos do PADRE ANTÓNIO VIEIRA

1991 | NUNCA NADA DE NINGUÉM
Texto de Luísa Costa Gomes

 

 

 

 

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